COMUNICAÇÃO CONSTRUTIVA - Expressão ativa da Cultura da PAZ
Márcia Gama
Mediadora de Conflitos, Facilitadora de Aprendizagem
Segundo a perspectiva de importantes cientistas, referendada por inúmeros estudos solidamente embasados, “viver é relacionar-se”, ou seja, vida é algo que só se expressa em relacionamentos. E para que relacionamentos sejam estabelecidos e mantidos há que haver comunicação.
Logo, a qualidade dos nossos relacionamentos, ou seja, de nossa vida, é determinada pelas nossas habilidades de comunicação. Tanto melhor nos comunicamos, tanto melhor vivemos.
Quando nos decidimos por viver uma vida cooperativa, engrandecedora e pacífica, temos que focalizar primeiramente no desenvolvimento de nossas habilidades de comunicar isto ao mundo, aos nossos semelhantes.
Infelizmente, vivendo numa cultura embasada em crenças equivocadas, que qualificam de sucesso a necessária vitória sobre outrem, somos educados para desenvolvermos uma linguagem de confronto, de ameaça, de supremacia, para nos comunicarmos entre nós. Nas diversas formas de linguagem que desenvolvemos, verbais e não verbais, privilegiamos a força do palavreado mais rico ou do grito mais alto, do movimento mais enérgico ou mesmo do sorriso mais desbragado e ao invés de trocarmos atenção uns com os outros buscamos em todos os tons superarmos uns aos outros. Todos nós vivemos as conseqüências desta escolha. Todos nós nos sentimos afetados por nos vermos ‘obrigados’ a viver assim, já que é desse jeito que ‘todo mundo vive’. E é um alívio descobrir que isso também pode ser mudado em nossas vidas. Afinal, se fomos nós que criamos este modelo, podemos criar outros e outros, quantos mais sejam necessários para chegarmos àquele que nos libertará desse sentimento ruim de insatisfação com nossas vidas.
A COMUNICAÇÃO CONSTRUTIVA é uma ferramenta para o desenvolvimento de habilidades pessoais de comunicação favoráveis ao estabelecimento de uma Cultura de Paz entre os homens e eficiente instrumento de trabalho para os que lidam com situações de conflito.
Segundo Marshall Rosenberg - PhD , criador do modelo de Comunicação Não Violenta, modelo que fundamenta a proposta da Comunicação Construtiva, “A Comunicação Compassiva ou Não Violenta é um jeito de falar que facilita o fluxo de comunicação necessário à troca de informação e resolução pacífica de diferenças. Ajuda-nos a identificar os valores e necessidades que compartilhamos com nossos semelhantes, encoraja-nos a usar uma linguagem que aumenta a boa vontade e a evitar a linguagem que contribui para a o ressentimento e a diminuição da auto-estima.
A Comunicação Compassiva ou Não Violenta focaliza nossa atenção na compaixão como nossa motivação, ao invés do medo, culpa, reclamação ou vergonha. Ela enfatiza a assunção de responsabilidade por nossas escolhas e a melhoria da qualidade dos nossos relacionamentos como nossas metas. Ela é efetiva mesmo quando a outra pessoa ou grupo não está familiarizado com este processo.”
Mediadora de Conflitos, Facilitadora de Aprendizagem
Segundo a perspectiva de importantes cientistas, referendada por inúmeros estudos solidamente embasados, “viver é relacionar-se”, ou seja, vida é algo que só se expressa em relacionamentos. E para que relacionamentos sejam estabelecidos e mantidos há que haver comunicação.
Logo, a qualidade dos nossos relacionamentos, ou seja, de nossa vida, é determinada pelas nossas habilidades de comunicação. Tanto melhor nos comunicamos, tanto melhor vivemos.
Quando nos decidimos por viver uma vida cooperativa, engrandecedora e pacífica, temos que focalizar primeiramente no desenvolvimento de nossas habilidades de comunicar isto ao mundo, aos nossos semelhantes.
Infelizmente, vivendo numa cultura embasada em crenças equivocadas, que qualificam de sucesso a necessária vitória sobre outrem, somos educados para desenvolvermos uma linguagem de confronto, de ameaça, de supremacia, para nos comunicarmos entre nós. Nas diversas formas de linguagem que desenvolvemos, verbais e não verbais, privilegiamos a força do palavreado mais rico ou do grito mais alto, do movimento mais enérgico ou mesmo do sorriso mais desbragado e ao invés de trocarmos atenção uns com os outros buscamos em todos os tons superarmos uns aos outros. Todos nós vivemos as conseqüências desta escolha. Todos nós nos sentimos afetados por nos vermos ‘obrigados’ a viver assim, já que é desse jeito que ‘todo mundo vive’. E é um alívio descobrir que isso também pode ser mudado em nossas vidas. Afinal, se fomos nós que criamos este modelo, podemos criar outros e outros, quantos mais sejam necessários para chegarmos àquele que nos libertará desse sentimento ruim de insatisfação com nossas vidas.
A COMUNICAÇÃO CONSTRUTIVA é uma ferramenta para o desenvolvimento de habilidades pessoais de comunicação favoráveis ao estabelecimento de uma Cultura de Paz entre os homens e eficiente instrumento de trabalho para os que lidam com situações de conflito.
Segundo Marshall Rosenberg - PhD , criador do modelo de Comunicação Não Violenta, modelo que fundamenta a proposta da Comunicação Construtiva, “A Comunicação Compassiva ou Não Violenta é um jeito de falar que facilita o fluxo de comunicação necessário à troca de informação e resolução pacífica de diferenças. Ajuda-nos a identificar os valores e necessidades que compartilhamos com nossos semelhantes, encoraja-nos a usar uma linguagem que aumenta a boa vontade e a evitar a linguagem que contribui para a o ressentimento e a diminuição da auto-estima.
A Comunicação Compassiva ou Não Violenta focaliza nossa atenção na compaixão como nossa motivação, ao invés do medo, culpa, reclamação ou vergonha. Ela enfatiza a assunção de responsabilidade por nossas escolhas e a melhoria da qualidade dos nossos relacionamentos como nossas metas. Ela é efetiva mesmo quando a outra pessoa ou grupo não está familiarizado com este processo.”
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