Aspectos Teóricos e Metodológicos do Grupo Operativo Estratégico
O modelo metodológico básico do Grupo Operativo Estratégico é construtivista-fenomênico-operativo – a geração do conhecimento e os processos de aprendizagem e intervenção são construídos e reconstruídos a partir das percepções dos fenômenos em tempo real, acionados pelos construtos e pelas ações efetivas de todos os envolvidos.
Os campos da investigação, criação e intervenção são focalizados na esfera da subjetividade (afetos e significados) representados nos sentimentos, valores e crenças e na esfera da funcionalidade (capacidade operacional e conceitos) sistematizados nos pressupostos, intenções, metas e estratégias de ação.
Os processos de aprendizagem e mudança acontecem de forma tácita e explícita, proporcionados pelas experiências da comunicação construtiva durante as vivências e pela sistematização do pensamento no decurso das realizações das tarefas.
A estrutura do modelo construtivista-fenomênico-operativo está alicerçada nos eixos da percepção dos fenômenos, na reflexão crítica dos processos, na apreciação dos aspectos positivos, na conexão sistêmica entre os eventos e na descoberta de novos caminhos operativos.
Os participantes são estimulados a identificar e construir significados, refletir sobre a sua natureza, estabelecer conexões, formar conceitos e testar a legitimidade, a consistência e as conseqüências de suas manifestações.
A subjetividade e a funcionalidade se constituem nos vínculos e na realização das tarefas. Significados, conceitos e atuação estão constantemente em processo de influenciação. O processo é visto como um sistema em formação, incompleto, produzido progressivamente, com presença de incertezas, paradoxos e ambivalências.
O Grupo Operativo Estratégico nasce, cresce e se desenvolve em função das atividades operacionais, mas a sua qualidade e permanência dependem da natureza dos vínculos e do conjunto de atitudes, conhecimentos e habilidades dos seus componentes.
* Zeca Lemos - psicólogo clínico; psicoterapeuta; facilitador de aprendizagem de Grupo Operativo Estratégico; moderador de Planejamento Operativo Estratégico.
Os campos da investigação, criação e intervenção são focalizados na esfera da subjetividade (afetos e significados) representados nos sentimentos, valores e crenças e na esfera da funcionalidade (capacidade operacional e conceitos) sistematizados nos pressupostos, intenções, metas e estratégias de ação.
Os processos de aprendizagem e mudança acontecem de forma tácita e explícita, proporcionados pelas experiências da comunicação construtiva durante as vivências e pela sistematização do pensamento no decurso das realizações das tarefas.
A estrutura do modelo construtivista-fenomênico-operativo está alicerçada nos eixos da percepção dos fenômenos, na reflexão crítica dos processos, na apreciação dos aspectos positivos, na conexão sistêmica entre os eventos e na descoberta de novos caminhos operativos.
Os participantes são estimulados a identificar e construir significados, refletir sobre a sua natureza, estabelecer conexões, formar conceitos e testar a legitimidade, a consistência e as conseqüências de suas manifestações.
A subjetividade e a funcionalidade se constituem nos vínculos e na realização das tarefas. Significados, conceitos e atuação estão constantemente em processo de influenciação. O processo é visto como um sistema em formação, incompleto, produzido progressivamente, com presença de incertezas, paradoxos e ambivalências.
O Grupo Operativo Estratégico nasce, cresce e se desenvolve em função das atividades operacionais, mas a sua qualidade e permanência dependem da natureza dos vínculos e do conjunto de atitudes, conhecimentos e habilidades dos seus componentes.
* Zeca Lemos - psicólogo clínico; psicoterapeuta; facilitador de aprendizagem de Grupo Operativo Estratégico; moderador de Planejamento Operativo Estratégico.
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